E lá vai: estou sofrendo muito mais com o frio mexicano do que sofri com o inglês. A temperatura na Cidade do México, enquanto tento escrever este post domando meus dedos endurecidos pelo frio, é de seis graus. E seis graus onde ônibus nao tem calefacao, onde também sao raras as casas com aquecimento central faz bem dura a vida de uma pessoa que tenta acordar cedo para estar em alguma parte da cidade. Facilita muito se ela tiver que tomar o quentíssimo metrô, mas esse nao é o meu caso.
O inverno da Cidade do México faz você finalmente entender o consumo de "atoles" e "tortas de tamal". É o café da manha frugal de um mexicano que faz seu desejum na rua, esperando o ônibus. Os dois têm origem pré-hispânica. O primeiro vem a ser uma bebida viscosa e doce de milho, que muitas vezes leva nozes, canela. O segundo é um sanduíche de pao francês sem miolo cujo recheio é uma espécie de pamonha salgada. Leve, leve.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
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2 comentários:
Juliete, sei que você é povão, mas só por curiosidade como é o táxi aí? Caro, barato, confiável?
Oi, querido Chia! Táxi aqui é do povão! É muuuuito barato. Outro dia paguei uns 25 reais numa corrida como se fosse do centro da cidade ao Barra Shopping. Mas há muito medo de seqüestros relâmpago e essas coisas. E várias regrinhas que se deve cumprir antes de entrar num táxi: ver se a placa começa em A, se o motorista tem inscrição... Tem gente que diz que não se deve pegar os fuscas, mas são os meus preferidos. E nunca (ou "ainda não") tive problemas.
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